sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Pesquisa eleitoral de São Paulo revela os nomes mais fortes até o momento

Nas últimas pesquisas de intenções de voto feito pelo Paraná Pesquisas foram lançadas fortes previsões para os resultados das urnas nas eleições municipais de 2020 que irão assumir como vereadores ou prefeitos. No caso de São Paulo, o pré-candidato Celso Russomano (20,5%) e o atual prefeito Bruno Covas (20,1%) são os nomes na liderança.

No decorrer do ranking também aparecem a porcentagem de outros pré-candidatos a prefeitura de são paulo, respectivamente:

  • Marta (9,8%)
  • Paulo Skaf (8%)
  • Márcio França (7,6%)
  • Guilherme Boulos (6,2%)
  • Kilmar Tatto (2,3%)
  • Andrea Matarazzo (2,1%)
  • Arthur do Val (1,9%)
  • Joice Hasselman (1%)
  • Orlando Silva (0,8%)
  • Filipe Sabará (0,5%)
  • Marcos da Costa (0,3%)

Em todos os casos em que foram feitas as entrevistas o nome que mais apareceu foi o de Bruno Covas, que aparece liderado por qualquer nome, mesmo quem não tenha se lançado pré-candidato. O ex candidato a presidente da república Fernando Hadad ficou com 1,9% nas citações, um pouco acima de Celso Russomano.



A atual gestão: índices de satisfação dos cidadãos

Na pesquisa também foi levantado dados dos municípios a respeito da atual gestão do Bruno Covas. Entre os entrevistados a maioria (52,5%) disseram que aprovara a gestão, outros 44,2% disseram que desaprovaram.

De quem respondeu, 32,% disse que considera a gestão ótima ou muito boa. A maioria, entretanto, achou regular (36%) e outros 30,2% classificaram o governo até aqui péssimo.

Referente ao Governo Estadual, sob administração do Governador João Dória, 55% desaprovaram e 3,4% não soube opinar ou responder. Outros 23,8% o enquadraram como ótimo ou bom. 


Os 3 nomes mais fortes para candidato a prefeito de São Paulo 2020

As eleições de 2020 estão ficando cada vez mais perto. As cidades que vão receber novos candidatos a prefeito e vereadores já se preparam para saber quais são as preferências do público nas urnas. A decisão dos nomes nos partidos deverá influenciar também a decisão de quem vai ser candidatos a vereadores em São Paulo 2020. De acordo com as últimas pesquisas eleitorais os nomes mais fortes de São Paulo são:

Felipe



Felipe está parado Partido Novo. Ele é considerado um braço direito do João Dória teve esse papel foi considerado assim quando ele era prefeito e agora como o governador ele é presidente do fundo social de São Paulo, que é o órgão oficial de filantropia do estado.

Antes ele era secretário  municipal de assistência social o Dória levou ele junto para o Governo Estadual.

Andrea Matarazzo




Temos como candidata também Andrea Matarazzo, um nome histórico do PSDB de são paulo migrou para o PSD um pouco tempo atrás né numa briga com João Dória nas eleições municipais 2016 e foi candidato a vice da Marta Suplicy. Na eleição acabou sofrendo uma derrota acachapante, acompanhado de uma legenda poderosa que dava muito estrutura para ela. Ainda assim acabou não engrenando a candidatura, em 2016.

Guilherme Boulos




Guilherme Boulos que foi candidato a presidente da república né e é o presidente do movimento MTST movimento dos trabalhadores sem-teto então o bolo céu mais provável candidato do PSOL. Ele vem tem do protagonismo muito grande dentro do partido já há algum tempo o nome dele começou a crescer muito dentro do da legenda é principalmente no final de 2018 a 2017.

O começo de 18 antes da escolha de quem será candidato à presidência e pegando como parâmetro é o tamanho do PSOL e os resultados históricos que ele tem.  Bolos teve um desempenho razoável na eleição presidencial do ano passado em primeiro turno.

Acompanhe também quem são os candidatos a vereadores do ano. 

segunda-feira, 6 de abril de 2020

10 fatos sobre a educação no Brasil

A educação no Brasil é tema de grandes discussões políticas e ainda carece de muitos investimentos. Aqui vão 10 fatos sobre a educação no país que talvez você desconhecesse.




1. A educação pré-escolar (Educação Infantil) é inteiramente opcional. Escola de enfermagem é para crianças até 3 anos de idade e Jardim de infância para crianças de 4 a 6 anos de idade.

2. O ensino primário e secundário inferior (Ensino Fundamental) ou o Ensino Fundamental são gratuitos e obrigatórios para as crianças entre os 6 e os 14 anos de idade.3. O Ensino Secundário Superior (Ensino Médio) tem entre 15 e 18 anos. É também gratuito, mas não obrigatório.

4. O Ensino Superior (Ensino Superior) é ministrado em universidades públicas ou privadas. O ensino superior é gratuito nas universidades públicas.5. O ano escolar típico decorre de Fevereiro / Março a Novembro / Dezembro. Férias de verão é de meados de dezembro ao início de fevereiro.

6. A admissão a uma universidade pública exige que os estudantes façam um exame de admissão conhecido como vestibular para o seu curso específico de estudo.7. O Brasil aumentou a despesa pública com educação de 10,5% da despesa pública total em 2000, para 14,5% em 2005, e para 16,8% em 2009. Fonte: OCDE (2012))

8. Há 50,972. 61 alunos matriculados no ensino básico (fundamental), dos quais 43,053,942 estão no sistema escolar público e 7,918,677 estão no sistema escolar privado. Fonte: Bunge Fundacao 2012

9. O Brasil tem 357.418 professores praticantes e 6.739.689 alunos estão matriculados em 30.616 programas de educação de graduação. Fonte: recenseamento do Ensino Superior do INEP 2011

10. 187.760 estudantes estão matriculados em estudos de pós-graduação. Fonte: Bunge Fundacao 2012

O drama dos professores da educação pública no Brasil

Os professores são o terceiro maior subgrupo Ocupacional do Brasil. Aproximadamente
dois milhões de professores, 80% dos quais são do sector público escolar, servem 51 milhões
estudantes em escolas de ensino básico. Portanto, não é surpreendente que a educação
esta grande categoria profissional influencia fortemente o crescimento do ensino superior
no Brasil. Em cada estado os professores possuem um sistema diferente de registro de notas e acompanhamento estudantil. Em São Paulo, por exemplo, se dá pelo Portal Gdae. 

Do número total de cursos registados pelo recenseamento do Ensino Superior de 2011, 26% foram dedicados à educação de professores de Educação Básica. Professor os colégios são a segunda escola mais comum de ensino superior no Brasil, totalizando 1.801-apenas escolas de administração de empresas com 2,2791 - e o mais entre aqueles que oferecem acreditação de professores.

A expansão dos cursos de formação de professores  e também pelo aumento da população universitária por meio das inscrições no vestibular em todo o país segue, em termos gerais, A expansão das oportunidades educacionais para a população.

Como um país atrasado para introduzir a escolaridade, obrigatório universal escola fundamental a participação só foi alcançada na virada do Milênio. Em 2006,  a educação foi alargada de oito para nove graus e, posteriormente, Constitucional 59/200917 anos, o que corresponde do pré-escolar até o final do ensino médio.



Além disso, a educação como um direito das crianças pequenas desde os primeiros meses de
a vida, determinada pela Constituição Federal de 1988, tornou-a também um dever público.
para oferecer cuidados de infância para crianças três e mais jovens. Embora o nascimento
a taxa diminuiu drasticamente no Brasil, e está abaixo da taxa de substituição, a necessidade
expandir as oportunidades de escolaridade é grande, uma vez que esta é a maneira dominante de crianças e os adolescentes são educados nas sociedades contemporâneas.

O ensino básico representa, portanto, um terreno fértil para a formação de professores e
certamente fornece um mercado de trabalho para os professores de proporções sem precedentes. La
são, no entanto, dinâmicas dentro do sistema educativo, e no mercado que se expandem
ou retrair a oferta e a procura de cursos que eduquem os profissionais do ensino.

As Diretrizes Nacionais de Educação e a lei Marco de 1996 tem servido como um quadro regulamentar decisivo para a formação de professores em decênio. Seguindo uma tendência global, esta lei determina que os professores de todos os níveis de ensino devem ter um grau de ensino superior.

Não sem razão, o a mesma lei considera o ensino à distância como uma forma de educação formal em todos os níveis da educação, que favorece a expansão da necessária formação de professores