quarta-feira, 24 de maio de 2017

Entenda todo o processo de alugar um carro no Brasil e quanto tempo você vai gastar na operação

Como seria de esperar, o processo de realmente comprar o carro no Brasil é um pouco complicado! Antes de iniciar a viagem, nós investigamos o que seria necessário e ainda tivemos a necessidade de classificar alguns último minuto dificuldades, enquanto no Rio de janeiro e mais tarde em Florianópolis.

Os documentos e o processo oficial

Além da óbvia necessidade de um Passaporte válido, é necessário o CPF ("Cadastro de Pessoas Físicas" ou de Contribuinte Individual de Registro), de um comprovante de endereço ou de alguém que tem um e pode ajudar você.

Você precisa estar ciente que todo o processo precisa estar de acordo e autorizado pelo órgão estadual de trânsito. Para fazer isso, entre em contato com o Detran SP.


Começamos por obter o CPF na Embaixada Brasileira em Dublin, onde estávamos saindo antes da viagem. É necessário o preenchimento de um formulário on-line (aqui) que nós impresso e levado para a embaixada, um Comprovante de endereço e o Passaporte. Com o formulário corretamente preenchido, o CPF foi emitido imediatamente.

Em seguida, depois de realizado o pagamento do carro para a concessionária (ver abaixo), descobrimos que ter um CPF com um endereço válido era insuficiente e você precisará fornecer um endereço no Brasil, onde a documentação e/ou quaisquer multas podem ser direcionadas. Isso requer ter uma factura ou outro documento em seu nome com o endereço que você fornecer.


Desde que nós não temos isso, nós tínhamos que ter alguém que vá para o tabelião com a gente e dizer que estamos vivendo no endereço fornecido. No nosso caso, tivemos a felicidade de Ricardo (um primo morando em Florianópolis), que estava disponível para fazer isso. O único problema era que seria necessário fazer o registro do processo em Florianópolis, o que significava que tínhamos que dirigir o carro do Rio de Janeiro para Florianópolis (com um desvio para as Cataratas do Iguaçu), no prazo de 30 dias após a compra. Na época tínhamos apenas o ex-comprovante de propriedade e o contrato assinado com a concessionária como uma prova de que nós não roubar o carro.

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