domingo, 20 de novembro de 2016

Uso do emagrecedor Sibutramina cresce no Brasil

De acordo com pesquisas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o número de pessoas que fazem uso de Sibutramina não para de crescer no Brasil. O remédio é eficaz na perda de peso, dando efeito de saciedade e tranquilidade ao organismo.

Em alguns lugares do mundo como o Estadus Unidos ou Europa este medicamento é proibido devido seus efeitos colaterais perigosos. Por se tratar de um remédio que tem ação sob o sistema nervoso central pode apresentar algumas reações emocionais como surgimento de ansiedade, tontura, fortes dores de cabeça, enjôo e agitação. No Brasil o uso é reestrito e somente permitido com a prescrição médica das receitas azuis (remédios controlados) desde 2011.

Para alguns especialista tem médico que recomenda o uso da substância para pacientes que não tentaram outras formas de emagrecimento, o que deveria fazer parte do protocolo para avançar a substâncias com potencial de risco maior. Em 2011, quando houve maior rigorosidade do fármaco foram vendidas  aproximadamente 3,7 milhões de caixas de Sibutramina comercializadas em nomes de diferentes laboratórios. Em 2013 foram mais de  2 milhões e em 2015 quase três milhões.

A Anvisa se pronunciou por meio de nota dizendo que acredita o aumento de uso de Sibutramina ser em decorrência da suspensão de outros emagrecedores que dão a sensação de saciedade do mercado.
Os médicos alertam para a necessidade de se consultar um profissional durante todo o tratamento não somente para acompanhar o emagrecimento e o manter saudável como também para associar uma reeducação alimentar, com  o objetivo de manter os resultados conquistados durante a administração do remédio.

A Sibutramina só deve ser utilizada para pacientes com sobrepeso e risco de desenvolver doenças relacionadas a grande quantidade de gordura corporal ou então a obesidade. Antes de pensar em tomar o medicamento confira os efeitos colaterais, converse com seu médico e calcule seus IMC.


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