terça-feira, 4 de outubro de 2016

Conversando sobre papai do céu

Falar sobre religiosidade com os pequenos pode ser um desafio para algumas mães. Mas o importante é esclarecer sobre a diversidade e ensinar as crianças a respeitarem as diferenças

Como explicar para seu filho ou filha se Deus existe? Quem é, onde está, o que faz? Ou, mais simples, por que as pessoas são católicas, outras protestantes, judias, evangélicas, espíritas, budistas, entre tantas outras? O que as diferencia? Por que todos não têm as mesmas crenças?

Segundo especialistas em educação, não existe uma idade certa para introduzir o tema na vida do filhote. Isso vai depender de cada família e, principalmente, da religiosidade dos pais. Por exemplo, se o pequeno cresce indo à igreja ou a algum outro templo religioso, provavelmente terá mais intimidade com o assunto que uma criança cujos pais não sigam uma religião.

O mesmo vale para as rezas – de que adianta ensinar (ou até mesmo forçar) os filhos a orar se os pais não o fazem? A religião tem de ter um propósito na vida da criança. Na hora de esclarecer as questões sobre Deus, milagres e outros temas, dê as respostas que façam sentido para você.


O mais importante, ressaltam educadores, é ensinar e cultivar nos pequenos o respeito à diversidade. Contar que existem várias crenças e que cada pessoa acredita naquela que lhe parece melhor, mas que, independentemente de concordar ou não com a crença do outro, é preciso respeitá-la.

De qualquer maneira, não se preocupe se seu filho ou filha não se interessar por religião quando pequeno. A busca pela religiosidade e por uma explicação sobre as questões da vida acompanha o ser humano desde sempre. A religião é uma questão cultural, faz parte da constituição do homem e, por isso, em algum momento, ele vai buscar o caminho com que se identificar mais.

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