terça-feira, 22 de novembro de 2016

Tira- dúvidas sobre os emagrecedores

São vários os estudos que apontam a necessidade da mudança de hábitos alimentares para a maioria da população brasileira. Afinal, o sobrepeso que acomete mais de 50% das pessoas no país está relacionada ao desenvolvimento de uma série de doenças e a perda de qualidade de vida. Uma das opções para aqueles que estão em casos de obesidade ou perda de peso recomendada clinicamente, podem encontrar nos emagrecedores um aliado.
No entanto, antes de iniciar qualquer tratamento antes mesmo de falar com o médico tem muitos que sentem a necessidade de avaliar os benefícios e riscos que um remédio pode trazer para sua a vida. E a preocupação é muito válida, afinal, são várias as consequências que podem acontecer. Tire aqui algumas das dúvidas que você pode ter pontuado:
1.

  
Emagrecedores viciam?
Existem substâncias emagrecedoras que viciam, os a base de substâncias naturais como extratos de algumas plantas com potencial termogênico ou outros não tem chances de desencadear um quadro de dependência. Já aqueles com efeitos antidepressivos ou ansiolíticos tem grande potencial de fazer com que a pessoa não queira mais parar de tomar o medicamento.

2.     Pode voltar ao peso normal depois que parar?
O emagrecimento feito com o auxilio de substâncias emagrecedoras deve estar sempre associado a uma reeducação alimentar e a prática de exercícios leves a moderados. Assim, quando a pessoa deixa de tomar a substância já tem uma rotina mais adaptada, sem necessidade de passar por mais uma grande transformação.

3.    Os remédios vão perdendo o efeito?

Alguns casos podem pedir o auxilio de emagrecedor, no entanto, não são todos os casos. Alguns deles contém efeitos colaterais que não valem a pena ser arriscados em troca da perda de alguns quilos. Os médicos sempre recomendam par que eles só sejam necessários se houver uma indicação verídica para tal.  

domingo, 20 de novembro de 2016

Uso do emagrecedor Sibutramina cresce no Brasil

De acordo com pesquisas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o número de pessoas que fazem uso de Sibutramina não para de crescer no Brasil. O remédio é eficaz na perda de peso, dando efeito de saciedade e tranquilidade ao organismo.

Em alguns lugares do mundo como o Estadus Unidos ou Europa este medicamento é proibido devido seus efeitos colaterais perigosos. Por se tratar de um remédio que tem ação sob o sistema nervoso central pode apresentar algumas reações emocionais como surgimento de ansiedade, tontura, fortes dores de cabeça, enjôo e agitação. No Brasil o uso é reestrito e somente permitido com a prescrição médica das receitas azuis (remédios controlados) desde 2011.

Para alguns especialista tem médico que recomenda o uso da substância para pacientes que não tentaram outras formas de emagrecimento, o que deveria fazer parte do protocolo para avançar a substâncias com potencial de risco maior. Em 2011, quando houve maior rigorosidade do fármaco foram vendidas  aproximadamente 3,7 milhões de caixas de Sibutramina comercializadas em nomes de diferentes laboratórios. Em 2013 foram mais de  2 milhões e em 2015 quase três milhões.

A Anvisa se pronunciou por meio de nota dizendo que acredita o aumento de uso de Sibutramina ser em decorrência da suspensão de outros emagrecedores que dão a sensação de saciedade do mercado.
Os médicos alertam para a necessidade de se consultar um profissional durante todo o tratamento não somente para acompanhar o emagrecimento e o manter saudável como também para associar uma reeducação alimentar, com  o objetivo de manter os resultados conquistados durante a administração do remédio.

A Sibutramina só deve ser utilizada para pacientes com sobrepeso e risco de desenvolver doenças relacionadas a grande quantidade de gordura corporal ou então a obesidade. Antes de pensar em tomar o medicamento confira os efeitos colaterais, converse com seu médico e calcule seus IMC.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Dieta Ideal: Como Fazer?

Você com certeza conhece alguém que já fez, ou até mesmo já tentou fazer uma dieta. Algumas dietas partem para aquele lado das promessas milagrosas, outras funcionam dentro daquilo que é proposto, mas ainda assim há quem sempre duvide da eficiência das dietas. E você, acredita que existe a dieta ideal?

A maioria das pessoas se assustam quando se deparam com essa palavra: dieta. Mas na realidade é apenas uma concepção mal elaborada e não compreendida. Dieta tem sido sinônimo de “fechar a boca”, passar fome em prol da beleza corporal, mas poucos sabem que o termo indica muito além dos benefícios estéticos.

Dieta em si, pode ser definida como um conjunto de hábitos alimentares a fim de um propósito, que pode variar de pessoa para pessoa – de acordo com cada objetivo. Geralmente, a dieta é encarada como uma forma eficiente para emagrecer, porém, você deve encarar a dieta como algo muito além do que isso, pois a dieta pode ser o começo para uma nova vida, a adaptação a uma forma de vida ou uma necessidade.


Existem dietas específicas, como por exemplo, para pessoas com diabetes, pessoas com problemas para engordar e até mesmo para apenas desintoxicação o que torna ela extremamente útil, saudável e um ótimo auxilio mesmo para quem não tem problema com o excesso de peso, mas que abusou de alguma coisa num determinado período. Cada dieta é única, elas podem ter a mesma função e base, porém os efeitos variam unicamente de organismo para organismo. Por isso, a dieta ideal vai ser com base naquilo que você necessita.

Dietas são recomendadas para todas as pessoas, porém como nem sempre ela é vista pelo ponto da saúde e bem estar, ela acaba sendo ignorada. O medo de enfrentar uma dieta é o que afasta as pessoas que preferirem seguir uma vida desregrada a viver de forma saudável e correta.

Para a dieta ideal funcionar...

Para ela funcionar, o acompanhamento profissional é fundamental.

Quando se inicia uma dieta sem acompanhamento médico ela pode se tornar uma vilã das mais poderosas. Isso acontece porque há diversas variáveis, de organismo para organismo, que determinam quais os tipos e como se deve seguir uma dieta. O médico irá avaliar sua condição física, checar fatores determinantes como, por exemplo: coração, fígado, hormônios e massa muscular para indicar um processo de acompanhamento de atividades a serem elaboradas pouco a pouco, até seu organismo superar toda a adaptação.

Em conjunto, é altamente recomendável o acompanhamento de um nutricionista para montar o seu cardápio, indicar qual a melhor tipo de dieta, horários para se alimentar e tudo mais que for preciso para que você atinja seus objetivos.

E para que a mudança seja ainda mais completa, procure o auxílio de um profissional e comece a fazer atividades físicas regularmente. Você notará que sua dieta terá uma eficiência ainda maior quando ela acontece paralelamente ao exercício físico regular.

Parece muito sacrificante, porém, o resultado dessa mudança de padrão de vida lhe proporcionará uma vida muito mais saudável, intensa e longa. Acredito que seja tudo aquilo que você quer, não é mesmo?

Por isso, comece agora mesmo essa mudança e seja uma pessoa diferente!

Conversando sobre papai do céu

Falar sobre religiosidade com os pequenos pode ser um desafio para algumas mães. Mas o importante é esclarecer sobre a diversidade e ensinar as crianças a respeitarem as diferenças

Como explicar para seu filho ou filha se Deus existe? Quem é, onde está, o que faz? Ou, mais simples, por que as pessoas são católicas, outras protestantes, judias, evangélicas, espíritas, budistas, entre tantas outras? O que as diferencia? Por que todos não têm as mesmas crenças?

Segundo especialistas em educação, não existe uma idade certa para introduzir o tema na vida do filhote. Isso vai depender de cada família e, principalmente, da religiosidade dos pais. Por exemplo, se o pequeno cresce indo à igreja ou a algum outro templo religioso, provavelmente terá mais intimidade com o assunto que uma criança cujos pais não sigam uma religião.

O mesmo vale para as rezas – de que adianta ensinar (ou até mesmo forçar) os filhos a orar se os pais não o fazem? A religião tem de ter um propósito na vida da criança. Na hora de esclarecer as questões sobre Deus, milagres e outros temas, dê as respostas que façam sentido para você.


O mais importante, ressaltam educadores, é ensinar e cultivar nos pequenos o respeito à diversidade. Contar que existem várias crenças e que cada pessoa acredita naquela que lhe parece melhor, mas que, independentemente de concordar ou não com a crença do outro, é preciso respeitá-la.

De qualquer maneira, não se preocupe se seu filho ou filha não se interessar por religião quando pequeno. A busca pela religiosidade e por uma explicação sobre as questões da vida acompanha o ser humano desde sempre. A religião é uma questão cultural, faz parte da constituição do homem e, por isso, em algum momento, ele vai buscar o caminho com que se identificar mais.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Fibras: o que precisamos saber sobre elas?

O termo “fibra” pode ser definido de várias maneiras. No Brasil, o Ministério da Saúde refere que se trata de qualquer material comestível de origem vegetal que não seja hidrolisado pelas enzimas do trato digestório. Isso significa que uma fibra, quando ingerida, consegue passar sem problemas pelo estômago e pelo intestino delgado, conseguindo alcançar, de maneira praticamente intacta, a parte final, ou seja, o intestino grosso, onde vai exercer a maior parte dos efeitos nutricionais que nos interessam. Apesar de essa definição englobar todos os tipos de fibras, existem peculiaridades importantes de cada grupo, sendo que é interessante conhecê-los com um pouco mais de detalhes, a fim de permitir boas escolhas alimentares:

FIBRAS SOLÚVEIS: têm como principal característica o fato de serem fermentadas no intestino grosso, gerando subprodutos que podem ser absorvidos e usados como fonte de energia e que têm efeitos relevantes à nossa saúde:


  • Potencial de reduzir os níveis de colesterol;
  • Provável ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer;
  • Retardo no tempo de absorção dos hidratos de carbono, sendo úteis, por exemplo, para diabéticos;


EFEITO PREBIÓTICO: algumas dessas fibras servem como “alimento” para numerosas bactérias da flora intestinal, especialmente aquelas que trazem benefícios à saúde, fazendo com que o número desses micro-organismos aumente. Esse fato tem diversos efeitos desejáveis, como melhor funcionamento intestinal, estímulo à imunidade e prevenção de algumas doenças.

FIBRAS INSOLÚVEIS: São muito resistentes à digestão e mesmo à fermentação e, por esse motivo, associado ao fato de elas reterem água, aumentam consideravelmente o bolo fecal, deixando-o, também, mais macio. Isso faz com que os movimentos propulsivos do intestino funcionem melhor e as fezes sejam eliminadas mais facilmente. Então, são justamente as fibras insolúveis que ajudam, de forma direta, a evitar a constipação intestinal. No ano passado, conversamos sobre isso aqui no nosso blog e queria sugerir que você desse uma olhada, principalmente para lembrar a importância do consumo da água junto às fibras.

Por fim, vamos conhecer as fontes alimentares de cada um dos tipos de fibra? FIBRAS SOLÚVEIS: presentes nos cereais (trigo, aveia, cevada, milho, centeio), frutas (maçã, banana), leguminosas (feijão, ervilha) e vegetais (couve-flor, cenoura, chicória).

FIBRAS INSOLÚVEIS: encontradas nos cereais, principalmente nos integrais, em frutas maduras e muitos vegetais como brócolis, alface, almeirão, brotos, couve, etc. Recentemente, na segunda parte do videocast que publicamos aqui no “mãe com filhos”, dedicamos boa parte de nossa conversa à questão da importância dos cereais integrais. Vamos dar uma olhada?